

Silêncio. O branco na minha cabeça não me deixa escrever. As teclas, procuram meus dedos e não os encontram, aqui ? Apenas espamos de um resto de inspiração que não vem mais a tona. Os olhos vermelhos, mas não de tristeza, busca de um sentido à espereza superficial. Deixo para trás os versos e volto à proza, mais algumas pieguisses e continuo sem nada a acrescentar ao que por si só já era fraco e apático.
Talvez, tal qual todas as outras pessoas, devesse escrever sobre o ano novo e todas as novas possibilidades e desejar as melhores coisas a todos os que não leem os meus texto. Sandices a parte, o desejo inato de sumir some; tranco a porta, apago as luzes e ao fechar os olhos escondendo a penumbra o seu rosto surge....